O Museu de História do Pantanal - Muhpan, em Corumbá - MS, que será inaugurado no dia 12 de agosto, com a participação do Ministro da Cultura Gilberto Gil, é uma viagem pelos oito mil anos da ocupação humana do Pantanal, uma das regiões mais belas do País. O Pantanal, a planície inundável mais extensa do mundo, é também um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade de flora e fauna. Riqueza que se estende a sociobiodiversidade deste paraíso ecológico.
Abrigado no casarão Wanderley & Baís, em frente ao Rio Paraguai, o Muhpan retrata a identidade pantaneira, e funciona como um organismo vivo da história, contrastando artefatos pré-históricos com alta tecnologia. O edifício, construído em 1876 no Casario do Porto - na época em que Corumbá era o terceiro mais importante porto fluvial da América Latina – tem mais de 1.500 metros quadrados e foi restaurado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional - Iphan, através do Projeto Monumenta. O elegante piso de ladrilhos hidráulicos tem mosaicos nas cores laranja, café.
Com recursos cenográficos e tecnológicos, a história do Pantanal é contada de maneira lúdica, didática e interativa. O Muhpan convida o público a mergulhar na memória e no imaginário pantaneiro.
A idéia é superar a função de museu visto como depósito de objetos, e transformá-lo em um local onde a população possa reconhecer as marcas de seu patrimônio, encontrar suas origens culturais e partilhar essa experiência com pessoas de outras regiões.dação Barbosa Rodrigues, instituição responsável pela realização do museu, e com 25 anos dedicados à memória, sempre atuou com foco na participação da comunidade. Com o Muhpan não será diferente. “Nossa vocação é democratizar o acesso à cultura, resgatar a cidadania e valorizar a história”, afirma Maria Verônica Sáfadi Nogueira, vice-presidente da instituição.
Segundo a coordenadora do Muhpan, Marta Barros dos Santos, os museus não são produtos estáticos, porque como a história, estão em constante construção. “Mais difícil que expor objetos, é expor os valores culturais de um povo”, diz. “O povo é o produtor da cultura. Não estamos aqui somente para contar a história, mas dialogar com a comunidade, e juntos fazermos a história”, ressalta Juliano Borges, coordenador de Ações Educativas.
Para mais informações, favor entrar em contato com o
Setor de Comunicação e Marketing
da Fundação Barbosa Rodrigues, em Campo Grande.
Fone: (67) 3321-3030 ou (67) 9912-6403
fonte: assessoria Prefeitura de Corumbá
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